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O que é marketing de comunidade?

Se você ainda não sabe o que é marketing de comunidade, chegou a hora de descobrir mais sobre essa experiência e possibilidade de conexão.

Além disso, separamos aqui uma série de exemplo para você entender não apenas a teoria, mas como tudo isso funciona na prática.

Não perca mais tempo, mude o seu jeito de fazer pesquisa, aprender e garantir resultados para o seu negócio. Boa leitura!

Marketing de comunidade – O que é?

O marketing de comunidade nasceu a partir de uma demanda específica. A ideia era garantir o estabelecimento de relações, reciprocidade e também de estreitar laços entre uma empresa e seus membros/clientes.

Mas isso não explica muito o conceito não é mesmo? Então, vamos por partes.

A princípio, é interessante pensar no termo “comunidade” e o que ele significa ou mesmo a maneira como é compreendido.Dessa forma, é comum que essa palavra seja usada para se referir a um grupo de pessoas, como aquelas que moram em um determinado bairro ou espaço, que seguem uma religião ou mesmo o antigo Orkut. Inclusive, algumas comunidades criadas nessa finada rede social tentam durar até hoje em outras, sem muito sucesso.

Enfim, é preciso pensar que comunidade é tudo isso, e mais um pouco. Sendo assim, você precisa pensar que comunidade envolve alguma coisa em comum, algo que é compartilhado.

Portanto, podemos definir como um grupo de pessoas que possuem algo em comum, como um grupo de interesses. Essas pessoas não precisam necessariamente serem semelhantes, mas existe algo que as agrupa. Como um grupo que quer aprender a tocar piano, que gosta de sertanejo ou que quer aprender outra língua, por exemplo.

Assim, nasce a ideia de marketing de comunidade. Basicamente, a ideia é fazer com que esse grupo de interesse tenha seus laços ainda mais “apertados”. Por isso, definimos essa ação como uma ferramenta capaz de identificar alguns posicionamentos importantes e entregar algo que tenha valor para aquela comunidade. Para isso, é comum que seja feito um monitoramento desse grupo.

Afinal, como isso funciona?


O marketing de comunidade é relacionado a comunicação e conexão, sendo usada no ambiente virtual, mas também no físico. Além disso, existe o orgânico, onde a interação acontece por conta própria, sem que a marca faça algo direto para isso, e o patrocinado, onde a marca/empresa investe para que isso aconteça.

Em primeiro lugar, tudo isso funciona através de um espaço voltado para uma marca ou empresa. Seja um aplicativo, página dentro das redes sociais ou um software.

Em segundo lugar, a empresa pode ou não incentivar a criação dessa comunidade, que pode ser usada para diversos fins. Por exemplo, muitas marcas criam essa comunicada para ter novas ideias, ouvir reclamações constantes, resolver problemas ou fornecer apoio.

Assim, chegamos ao terceiro tópico, que são os três pilares da criação dessa comunidade, sendo eles:

  • • Alinhar as expectativas da comunidade, daqueles que fazem parte dela;
  • • Alinhar as expectativas da sua empresa em relação a esse grupo;
  • • Definir quais serão os posicionamentos e critérios para garantir alguma ordem.

De modo geral, tudo isso é mais fácil quando você incentiva a criação desse grupo.

Exemplo prático

Suponha que você seja uma empresa ou marca que comercialize sapatos, de diversos tipos. Então, você decide iniciar uma comunidade de clientes ou clientes em potencial. Para isso, envolve pessoas que já compram e gostam dos seus produtos, aproveita sua lista de contatos e deixa disponível para que novas pessoas entrem ali. Como já atua nas redes sociais, em um grupo do Facebook.

Dessa forma, será preciso alinhar as expectativas. Isso significa ver o que essas pessoas estão esperando ali e também o que é que você espera com essa comunidade. Em seguida, defina como será mantida a ordem e posicionamentos.

Por exemplo, você pode criar algumas regrinhas de convivência, tags que as pessoas podem usar para ajudar no controle, etc.

Melhores exemplos de marketing de comunidade


Para que você entenda melhor o impacto dessa ação nos negócios, vale a pena conhecer algumas marcas que investem, e muito, nessa ideia.

Sephora:

A queridinha da beleza e varejista, a Sephora criou o Beauty Talk. Basicamente, trata-se de um espaço exclusivo para falar sobre a marca, produtos, compartilhar dicas e tudo o mais. Atualmente, o espaço garante mais de 500 mil menções ao mês nas redes sociais, atraindo novas pessoas e fidelizando ainda mais quem já é cliente.

Starbucks:

A Starbucks é uma empresa de destaque que comercializa mais que café e possui uma série de características interessantes. Justamente por isso, a empresa criou um espaço para que os clientes discutissem sobre várias coisas. Desde os produtos, até ideias de novos itens, ideias de marketing, dicas para melhorar a experiência e muito mais. Com isso, além de manter o coração dos clientes “quentinho”, a marca mostra que se preocupa com a opinião, valoriza essa troca e até envolve entusiastas nessa comunidade.

Apple:

Não há como fazer de marketing de rede e não citar a gigante dos negócios. A Apple é uma marca pioneira em diversos assuntos e conta com uma região de fãs, os “applemaníacos”. E não é só isso, devido a todo o sucesso, esses fãs defendem a marca com unhas e dentes, garantindo um marketing gratuito. Entretanto, a marca investiu em uma ideia diferente para criar essa comunidade. Ao invés de criar um espaço, desenvolveu uma cultura, personalidade e atendimentos únicos no mercado. Com isso, os clientes ficam cada vez mais fiéis, atraem novas pessoas e se sentem parte da marca.

Dessa forma, a Apple trabalha para garantir a paixão pelo produto, fazendo com que cada comprador se torne um embaixador, e divulgador, não oficial de seus produtos. Assim, mesmo com produtos caros comparados a outros do mercado, a marca continua crescendo e formando filas gigantes a cada lançamento.

Vale destacar que existem muitas outras grandes marcas investindo no marketing de comunidade, como o McDonald’s, Dove, Amazon, Coca-Cola e a lista continua.

Além disso, é possível trabalhar com Marketing e comunidade, mesmo sendo um freelancer. Para saber como se tornar um freelancer, separamos este link para te ajudar Saiba mais

 

Por fim, você ainda ficou com alguma dúvida ou gostaria de saber mais sobre esse tema?

Aproveite também para compartilhar a sua experiência dentro de algumas dessas comunidades ou mesmo as suas dicas para quem tem um negócio e está pensando em começar.

Grande abraço e até o próximo artigo

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